terça-feira, 9 de janeiro de 2018

2017 : na hora do balanço (II) - TOP 10 Tintos

A crónica de hoje, continuando o balanço de 2017, é dedicada aos tintos provados/bebidos no decorrer do ano passado melhor classificados. Para cada patamar com a mesma nota, a ordem é alfabética. E eles são:
.Qtª Crasto Vinha da Ponte 2004 (Douro), com 19+
.Legado 2011 (Douro), com 19
.Qtª Crasto Maria Teresa 2007 (Douro), também com 19
.Aalto PS 2011 (Ribera del Duero), com 18,5+ (a mesma nota dos restantes vinhos seleccionados)
.Ferreira Reserva Especial 2009 (Douro)
.Passagem Reserva 2009 (Douro)
.Pintas 2011 (Douro)
.Poeira 2014 (Douro)
.Qtª Noval 2008 (Douro)
.Qtª Vale Meão 2008 (Douro)
Não foram incluidos por já constarem em TOPs de anos anteriores, com 19 o Barca Velha 2008 (Douro), com 18,5+ o Pai Abel 2011 (Bairrada) e com 18,5 o Ferreira Reserva Especial 2007 (Douro) e o Grandes Quintas Vinhas do Cerval 2011 (Douro).
Embora fora do TOP, também merecem uma referência especial os tintos classificados com 18,5: Canameira Grande Reserva 2011 (Douro), CARM CM 2007 (Douro), Comendador Delfim Ferreira 2011 (Douro), Kopke Vinhas Velhas 2010 (Douro), Passagem Grande Reserva 2009 (Douro), Qtª Crasto Vinhas Velhas 2009 (Douro), Qtª Falorca Garrafeira 2007 (Dão), Qtª Leda 1999 (Douro), Qtª Monte d' Oiro Reserva 2012 (Lisboa), Qtª Nova N. Srª Carmo Grande Reserva 2005 (Douro), Qtª Noval 2007 (Douro), Qtª Pellada Baga 2005 (Dão), Qtª Pellada Carrocel 2011 (Dão), Qtª Vale Meão 2011 (Douro) e Três Bagos Grande Escolha 2008 (Douro).
De salientar:
.No TOP 10, o Douro (e sua expansão para Espanha) tem o exclusivo (isto tem a haver com o meu gosto e, se calhar, com a formatação do meu palato)
.No conjunto de todos os vinhos seleccionados, o Douro continua em vantagem, com 80 % dos tintos referidos
.O produtor melhor posicionado é a Sogrape (Barca Velha, Legado e Reserva Especial), tal como no balanço de 2016
.O ano de colheita "vencedor" é 2011, com 30 % do total
.O facto de o Passagem Reserva 2009 ter ultrapassado o Grande Reserva do mesmo ano (de facto, esta incoerência pode ter a haver com o momento em que foram provados, seja pelo tipo de prova ou pela comida que os acompanhou).
A próxima crónica será dedicada aos vinhos fortificados (Porto, Madeira e Moscatel).



2 comentários:

  1. Do primeiro para o décimo, tintos bebidos em casa em 2017:

    Quinta do Vallado Adelaide 2009
    Cavalo Maluco 2011
    Vértice Grande Reserva 2011
    Herdade do Arrepiado Velho Reserva Brett Edition 2014
    Terrus Reserva 2008
    Julian Reynolds Reserva 2011
    Frei João Reserva 2009
    Quinta do Vallado Reserva Field Blend 2014
    Quinta do Escudial Touriga Nacional 2011
    M.O.B. Alfrocheiro 2013

    Aquele Vallado Reserva de 2014 chegou ao meu top ten mas era demasiadamente jovem. Lá para 2021 estará em grande, a julgar pela minha experiência com várias garrafas do 2009.

    Luís Pedroso

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