quinta-feira, 29 de junho de 2017

Provar vinhos Mont'Alegre

Há cerca de 1 mês tive a oportunidade de provar vinhos Mont'Alegre, numa sessão orientada pelo produtor e simultaneamente o enólogo deste projecto transmontano, Francisco Gonçalves de seu nome, que decorreu no Panorama Bar, localizado no 26º andar do Hotel Sheraton.
Os vinhos Mont'Alegre têm tido origem em uvas compradas a produtores da região e situadas a mais de 650 metros de altitude. No futuro, o produtor passará a ter vinha própria que será a mais alta de Portugal, qualquer coisa como 1025 metros!
Foram provados 3 brancos, 3 tintos e 1 clarete:
.Clássico 2016 branco - com base nas castas Rabigato, Bical e Gouveio; fresco e mineral, presença de citrinos, acidez no ponto, volume e final médios. Nota 15,5+.
.Vinhas Velhas 2016 branco - com base em vinhas velhas com mais de 40 anos; fresco, fruta cozida, notas amanteigadas, boa acidez, algum volume e final de boca. Gastronómico. Nota 16,5.
.Reserva 2015 branco - fresco e mineral, presença de citrinos, boa acidez, fino e elegante, volume e final médios. mais complexo que os anteriores. Nota 16,5+.
.Clássico 2015 tinto - com base nas castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Amarela; fruta vermelha, alguma acidez e frescura, taninos suaves, volume e final de boca médios. Nota 16.
.Vinhas Velhas 2015 tinto - alguma fruta, acidez e complexidade, taninos redondos, algum volume e final de boca. Nota 16,5+.
.Reserva 2014 tinto - ainda com muita fruta, alguma acidez e complexidade, taninos presentes mas civilizados, algum volume e final de boca longo. Nota 17.
.Clarete 2016 - com base em 90 % de castas tintas e 10 % de brancas; nariz neutro, presença de morangos, algo chato na boca. Destoa do conjunto. Nota 14,5.
De salientar que, de um modo geral, estes Mont'Alegre se mostraram frescos e elegantes, com um teor alcoólico civilizado, um estilo de acordo com as actuais tendências de mercado.
Boa logística (copos, temperaturas e serviço).

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