quinta-feira, 6 de abril de 2017

Vinhos em família (LXXVIII)

Mais 4 vinhos provados em família com os rótulos à vista e sem a pressão da prova cega. E eles foram:
.Hexagon 2008 (oferta da Confraria do Periquita, da qual faço parte) - o nome deve-se ao facto de serem 6 gerações da família Soares Franco e 6 castas (Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah, Trincadeira, Tinto Cão e Tannat); nariz discreto, notas florais, acidez no ponto, ainda com alguma fruta, levemente especiado, taninos civilizados, madeira bem casada, volume e final de boca médios. Elegante e no ponto óptimo de consumo. Nota 17,5.
.PAPE 2011 - com base, em parte, na Touriga Nacional; nariz contido, fresco e floral, bela acidez, acentuado volume de boca e final persistente. Melhor 24 horas depois. A consumir dentro de 7/8 anos. Nota 18.
.Comendador Delfim Ferreira (Qtª dos Frades) 2011 (garrafa nº 1410/2700); enologia de Anselmo Mendes; com base em vinhas velhas e com pisa a pé; ainda com fruta, acidez equilibrada, notas de esteva, especiado, volume e final de boca notáveis. Complexo e harmonioso. Uma boa surpresa que ainda não conhecia. Nota 18,5.
.Cossart Gordon Terrantez 1977 (engarrafado em 2004) - aroma intenso e complexo, frutos secos, vinagrinho, notas de iodo, brandy e caril, taninos presentes, volume considerável e final de boca muito longo. A Madeira no seu melhor! Nota 18,5+.

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